
Quinta-feira, Julho 02, 2009
Terça-feira, Junho 30, 2009
Sexta-feira, Junho 26, 2009
Quinta-feira, Junho 25, 2009
A Bênção da Salvação
Quem não quer bênçãos? Todos querem. Falou em bênção já tem gente saltando, com um sorriso aberto e com a expectativa de somente se apoderar dela. Com certeza nunca se falou tanto em bênçãos como no Cristianismo atual. É bênção pra todo lado: Venha receber sua bênção...., Culto da Benção..., Tome posse de sua bênção....! Parece que a alegria de boa parte de nosso cristianismo está movido, ou tem sua fonte nas bênçãos que o Bom Deus nos dá. Parece que a força motriz de muitos de nós para a oração, o culto a Deus e o serviço no seu Reino está nas bênçãos que Ele pode nos oferecer. Mas o que há de errado com as bênçãos? Absolutamente nada. Não vou transparecer aqui que sou apenas um servo sofredor (muito raro em nossos dias) que anseio o sofrimento para poder chegar mais perto de Deus, apesar disso nos fazer realmente chegar mais perto dele. As bênçãos são sim ações e benevolência do Senhor para com nossa caminhada nesta Terra. É o agir do próprio Deus em nosso favor. Elas são inúmeras na minha vida e sei que na sua vida também. O que quero contrastar a seguir é a disparidade que existe entre o foco nas bênçãos e o foco na maior de todas as bênçãos que o Senhor podia nos dar – a Salvação.
Certa vez vários discípulos de Jesus vieram até ele saltitantes, cheios de alegria, orgulhosos (qualquer um de nós sentiria assim) pelas bênçãos que receberam no trabalho de evangelismo que fizeram. Porém, estavam mais alegres de terem expulsado demônios em nome do Senhor Jesus do que nas possíveis almas que se salvaram. É aqui que Jesus entra no âmago da questão. Ele reafirma que havia dado autoridade contra o poder do inimigo, isso é uma bênção! Contudo, essa não deveria ser a alegria deles, e sim porque tinham seus nomes escritos nos céus! Em outras palavras, a certeza da salvação deveria ser a fonte, a origem, o nascedouro de seu contentamento. Após Jesus ter despertado em seus discípulos a consciência da verdadeira bênção, ele agradece ao Pai por ter-lhes revelado tão grande graça (Lc 10.17-24).
Eu não saberia dizer onde e quando deixamos de valorizar a salvação em nossas vidas. Não sou saudosista, nem gosto quando vangloriam tanto o passado que nos parece que Deus somente agiu, inspirou e santificou as pessoas nos “tempos áureos” do cristianismo com suas dificuldades e muito sofrimento. Com certeza isto acontecia. Mas como nosso Redentor “é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (Hb 13.8), sua obra continua e continuará para sempre. Porém uma coisa “invejo” destas épocas – início do pentecostalismo no Brasil, primeiras gerações de crentes na família, etc. A alegria na simplicidade do evangelho era um traço marcante neles. O que importava para eles era verdadeiramente a alegria da salvação. Não que não ansiavam mais bênçãos do Senhor, claro que não. E receberam muito mais, pois Paulo nos lembra que “aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” No entanto estavam tão jubilosos de saberem que Deus os amava tanto que enviou seu único Filho, Jesus, para os salvar e garantir-lhes a vida eterna! O mundo poderia acabar, eles estavam salvos. E isto era motivo suficiente para desejarem espalhar as boas novas.
Será que esta mensagem mudou, ou não faz muito efeito mais? Será que ela significa muito pouco para ainda acordarmos de manhã com alegria e esperança por nossa redenção? A verdade é que substituímos as coisas eternas pelas transitórias. O céu pela vida. A obra de Deus pelo prazer e o conforto. A soberania de Deus pelo triunfalismo. O evangelismo pelas vitórias. As músicas de louvor e adoração por letras de auto-ajuda e vingança. Se nossa ênfase está nas coisas desta vida e deste mundo, estaremos continuamente insatisfeitos. Pois não há um limite de necessidades a ser suprido, sempre teremos algo a mais que nos falta porque criamos tantas necessidades ao longo dos anos. É natural que sempre teremos algo a receber da parte de Deus. Mas creio que a razão de termos tantos crentes continuamente frustrados, descontentes com a vida, é justamente por não atentarem que já possuem a mais grandiosa de todas as bênçãos. É fácil perceber isto até em nossos cultos. Quantas vezes temos cultos maravilhosos, a palavra falando conosco de forma poderosa, porém os convites se limitam a crentes para virem a frente receber uma bênção e quase nada para pessoas que desejam entregar suas vidas a Cristo. E frequentemente, após terem feito todos os tipos de convites para o povo – e o povo realmente é abençoado – lembram-se do apelo evangelístico, se há porventura alguém que queira ser salvo do inferno e ir para o céu! Isto quando não acontece de forma um tanto desleixada pouco antes da bênção apostólica. Nos meios de comunicação isto é mais perceptível ainda. Vemos bênçãos para todo lado e de todas formas: curas, promessas materiais, vitória sobre os inimigos, etc, mas a salvação e paz de alma que só Jesus oferece é tão mínimo que a religião cristã evangélica é muito mais vista como um grande supermercado onde pegamos o que precisamos.
Gosto muito quando o salmista diz no Salmo 16.3: “Digo ao SENHOR: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a ti somente.” Oxalá todos nós pudéssemos dizer diuturnamente que nossa salvação em Cristo é o nosso maior bem. Muito acima de qualquer bênção ou dádiva ou dom. É somente na contínua convicção da segurança e esperança de que temos na salvação em Cristo que podemos realmente viver pela fé. É somente quando todos os dias atentarmos que fomos tirados do reino das trevas para o Reino da Luz que saberemos que não há nada mais a temer! É somente quando crermos verdadeiramente em Cristo e no amor de Deus que poderemos realizar boas obras conforme comenta Martinho Lutero: "A primeira, suprema e mais nobre obra é a fé em Cristo, conforme ele diz em Jo 6. Quando os judeus lhe perguntaram: "Que devemos fazer para praticar boas obras divinas?", ele respondeu: "A boa obra divina é que vocês creiam naquele a quem ele enviou." (Jo 6.28s) (...) Pois nesta obra é que todas as obras precisam realizar-se, dela recebendo a influência de sua bondade como um feudo (Obras Selecionadas, Vol.2, p. 102).
Um dos maiores princípios a ser relembrado pelo nosso cristianismo atual é que para vivermos como cristãos precisamos saber quem somos como cristãos. Em muitas cartas paulinas, primeiro vem a exposição a respeito da obra de salvação realizada por Cristo e o chamado à fé, seguindo-se daí o chamado para viver em conformidade com o evangelho, que corresponde à parte ética (Galatas 1, Efésios 1, 4.16; Colossenses 1 e 2 e 3 e 4). Em outras palavras, não conseguiremos, de maneira alguma, viver de acordo com os padrões de Deus se não nos conscientizarmos de quem somos. Só conseguiremos ter uma família estruturada e fazermos a Obra do Senhor dignamente quando percebermos quem somos. Somos “O Povo Mais Feliz da Terra” segundo o livro de Demos Shakarian, fundador da Adhonep. Enquanto milhões de pessoas se afundam cada vez mais no vazio e na desesperança de sua existência, já temos uma viva e rica esperança, certos que cada dia que passa, mais perto está a consumação de nossa redenção. Este ainda deve ser nossa alegria suprema. Nosso ar puro em meio à poluição de nossos tempos. Nosso alarido a todos que ainda precisam desta tão grande bênção.
Colunista deste Blog
E. Henrique Pesch - Formado em Letras (Português-Inglês), Graduando em Teologia, Pós-graduado em Comunicação Corporativa, tradutor, revisor, professor de inglês/português/EBD, líder da Mocidade do Bairro Tingui/Ctba
Quarta-feira, Junho 24, 2009
Terça-feira, Junho 23, 2009
Homenagem ao meu Pai
Não é saudosismo, nem data natalícia, mas reconhecimento de alguém que com muito esforço lutou sempre para me conceder o melhor. Ao meu amigo, companheiro, conselheiro e acima de tudo irmão em Cristo, Ivan Tadeu Panicio. A Bíblia nos manda honrar pai e mãe. E esta foi uma das forma que encontrei para fazê-lo, além do respeito e obediência.
A foto é uma lembrança de minha formatura do 2º grau ( eu sei, era bem mais magro, etc...rsrsrrs) , registrando um abraço forte, significativo, importante, que ficará para a história, num momento impar e festivo.
Pai... sei que acompanha este Blog, então declaro a todos que te admiro, te respeito e te amo de coração.
Forte abraço
Filho, Ivan Tadeu Panicio Junior
Sexta-feira, Junho 19, 2009
Ainda sou do Templo -

Gostaria muito que todos lessem esta carta. Ainda que um pouco extensa, contém com certeza um recheio de reflexões profundas, necessárias, intrigantes, corajosas e, quem sabe para alguns, confrontadora, corretiva e até ríspida.
Leia, deixe seu recado, e não deixe pelo menos de pensar sobre. Espero você neste cafézinho com Palavra...obrigado!
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Carta de um pastor
Nota: Queridos irmãos e amigos, desejo fazer um esclarecimento.
Eu postei esta carta, dando os devidos créditos da escrita ao pastor Ailton José Alves, líder da Assembléia de Deus em Pernambuco e presidente da CONADEPE, conforme email recebido de uma fonte de minha confiança, no entanto, houve uma equívoco.
Então meu amigo e Pastor Carlos Roberto - Vice-presidente da Assembleia de Deus em Cubatão e Vice-Presidente Executivo da COMADESPE - Convenção dos Ministros da Assembléias de Deus no Estado de São Paulo e Outros (http://www.pointrhema.blogspot.com), muito me ajudou, esclarecendo-me de que o mesmo fora escrito pelo Pr. Wagner Araújo, um pastor da Igreja Batista Boas Novas de Osasco/SP, com quem ele mesmo realizou um contato via telefone.
Diante do exposto, minhas desculpas pelo erro de autoria, o que não reduz em qualidade o teor do artigo, pelo contrário, confirma ainda mais sua autenticidade.
'AINDA SOU DO TEMPO'
Ainda sou do tempo em que ser crente era motivo de críticas e perseguições.Nós não éramos muitos, e geralmente éramos considerados ignorantes, analfabetos, massa de manobra ou gente de segunda categoria. Os colegas da escola nos marginalizavam. Os patrões zombavam de nós. A sociedade criticava um povo que cria num Deus moral, ético, decente, que fazia de seus seguidores pessoas diferentes, amorosas, verdadeiras e puras. Não era fácil.Mas nós sobrevivemos e vencemos. Sinto falta daquela perseguição, pois ela denunciava que a nossa luz era de qualidade, e ofuscava a visão conturbada de quem não era liberto. E, por causa dessa luz, muitos incrédulos foram conduzidos ao arrependimento e à salvação. Mas hoje é diferente.
Ainda sou do tempo em que os crentes não tinham imagens em suas casas, em seus carros ou como adereços de seus corpos. Nós não tatuávamos os nossos corpos e nem colocávamos 'piercins' em nossa pele. Críamos que os nossos corpos eram sacrifícios ao Senhor, e que não nos era lícito maculá-los com os sinais de um mundo decadente, um deus mundano e uma cultura corrompida.Dizíamos que tatuar o corpo era pecado. Não tínhamos objetos de culto em nossas igrejas. Aliás, esse era um de nossos diferenciais: nós éramos aqueles que não admitiam imagens em lugar algum. Mas hoje é diferente.
Ainda sou do tempo em que pornografia era pecado. Nós não considerávamos fotos eróticas ou filmes pornôs um 'trabalho profissional', mas uma prostituição do próprio corpo e uma corrupção moral. Ao nos convertermos, convertíamos também os nossos olhos, e abandonávamos as revistas pornográficas, os cinemas de prostituição e os teatros corrompidos. Os que eram adúlteros se arrependiam e pagavam o preço do que fizeram, e começavamvida nova. Os promíscuos mudavam seu comportamento e tornavam-se santos em todo o seu procedimento. Nós, os adolescentes, deixavam os namoros e os relacionamentos orientados pelos filmes mundanos, e primávamos por ser como José do Egito, que foi puro, ou o apóstolo Paulo, que foi decente. Mas hoje é diferente.
Ainda sou do tempo em que nos vestíamos adequadamente para o culto. Aliás, além do nosso testemunho moral, nós nos identificávamos pelas roupas. Se pentecostais, usávamos roupas sociais bastante formais, e éramos conhecidos onde quer que íamos, pois ninguém mais se vestia tão formalmente assim em pleno domingo à tarde. Se de outras denominações, como eu, não chegávamos a esse extremo, mas nos trajávamos socialmente, com o melhor que tínhamos, dentro de nossas possibilidades, porque críamos que, se íamos prestar um culto a Deus, a ocasião nos exigia o melhor, e buscávamos dar o melhor para Deus. Era a famosa 'roupa de missa', 'roupa de igreja'. Mesmo pobres, tínhamos o melhor para Deus. E sempre algo decente: camisas sociais, calças bem passadas, um sapato melhor conservado, um blazer ou uma blusa bem alinhada. As mulheres usavam seus melhores vestidos, suas melhores saias e seus conjuntos mais femininos. Mas hoje é diferente.
Ainda sou do tempo em que nossos hinos falavam de Cristo e da salvação. Cantávamos muito, e nossas músicas não eram tão complexas como as de hoje. Mas todos acabávamos por decorá-las. Suas mensagens eram simples e evangelísticas: 'foi na cruz, foi na cruz', 'andam procurando a razão de viver'; 'Porque Ele vive, posso crer no amanhã', 'Feliz serás, jamais verás tua vida em pranto se findar', 'O Senhor da ceifa está chamando'; 'Jesus, Senhor, me achego a ti', 'Santo Espírito, enche a minha vida', 'Foi Cristoquem me salvou, quebrou as cadeias e me libertou', etc. Não copiávamos os 'hits' estrangeiros, ou as danças mundanas, mas buscávamos algo clássico, alegre, porém, solene. E dançar o louvor? Jamais! Não ousávamos, nem queríamos; nunca soubéramos que o louvor era 'dançante'; as danças deixamos em nossas velhas vidas mundanas. Porém, mesmo não as tendo, éramos alegres e motivados. Mas hoje é diferente.
Ainda sou do tempo em que as denominações e igrejas tinham personalidade. As denominações eram poucas e bastante homogêneas. Sabíamos que a Assembléia de Deus era pentecostal e usava indumentária formal; os presbiterianos eram osmelhores coristas que existiam; os adventistas tinham uma fé estranha, numa profetisa semicontemporânea, mas tinham os melhores quartetos masculinos; os melhores solistas eram batistas, etc. Nossas liturgias eram bastante diferentes: os conservadores eram formais, seus cultos silenciosos, enquanto um orava, os outros diziam amém. Já os pentecostais oravam todos ao mesmotempo e cantavam a Harpa Cristã. Nós nos considerávamos irmãos, não há dúvida. Mas tínhamos personalidade. Hoje tudo é diferente.
E eu não sou velho! Isso tudo não tem 26 anos ainda! Na década de 80 ser crente era ser assim! Meu Deus, como o mundo mudou! Como a chamada Igreja Evangélica se deteriorou! Hoje eu sinto vergonha de ser considerado evangélico!
Hoje é moda ser crente, ou melhor, 'gospel'. Você é artista pornô, mas é crente. Você é do forró pé-de-serra, mas é crente. Você é ladrão, mas é crente. Você é homossexual assumido, mas é crente. Não importa a profissão, o comportamento, a moral, a índole, ser crente é apenas um detalhe. Aliás, dá cartaz ser crente: hoje muitos cantores 'viram crentes' pra vender seus CD's encalhados, pois o 'povo de Deus' compra qualquer coisa. Não há diferença entre o santo e o profano, o consagrado e o amaldiçoado, o lícito e o proibido, o justo e o injusto. Qualquer coisa serve. O púlpito pode seruma prancha de surf, uma cama de motel ou um palanque eleitoral; a forma não importa. Ser crente é apenas um detalhe, uma simples nomenclatura religiosa.
Hoje os crentes tatuam as suas peles, mesmo sabendo que a Bíblia condena o uso de símbolos e marcas no corpo de quem se consagram a Deus. Criamos nossos próprios símbolos, nossos próprios estigmas e nossas próprias tribos. Hoje há denominações que dão opções de símbolos para que seus jovens se tatuem. O 'Pierce' deixou de ser pecado, e passou a ser 'fashion', e está pendurado na pele flácida de roqueiros evangélicos e 'levitas' das igrejas, maculando a pureza de um corpo dedicado ao Deus libertador. Mulheres há que enchem seus umbigos e outras partes de pequenas ferragens, repletas de vaidade e erotismo mundano, destruindo, assim, qualquer padrão cristão de consagração corporal. Meninos tingem seus cabelos de laranja, e mocinhas destroem seus rostos com produtos, pois agora todo mundo faz, e 'Deus não olha a aparência. (Ainda bem, pois se olhasse, teria ânsia de vômito...)
Hoje ir à igreja é como ir ao mercado ou às barracas de feira e deartesanato: eventos efêmeros, informais, meramente turísticos. Não há mais cuidado algum no trajo cultuante. Rapazes vão de bermudas, calções (e, pasmem os senhores, de sungas!), até sem camisa, porque Deus não é 'bitolado, babaca ou retrógrado'. Garotas usam suas mini-saias dos 'rebeldes' e exibem umbigos cheios de 'piercins', estrelinhas e purpurinas pingando dos cabelos e roupas, numa passarela contínua do modismo eclesiástico. Se alguém ainda vai modestamente ao culto, seja jovem, seja velho, ou é 'novo convertido', ou é 'beato'. É típico encontrarmos pastores dizendo aos 'engravatados': Pra que isso, irmão? Vai fazer exame laboratorial?' E, continuamente, vão demolindo qualquer alicerce de reverência e solenidade para o ato do culto.
Hoje as nossas músicas pouco falam de Cristo. Somos bitolados por um amontoado de 'glórias', 'aleluias', 'no trono', 'te exaltamos', 'o teu poder', etc. Misturamos essas expressões, colocamos uma pitada de emoções, imitamos os ícones dos megaeventos de louvores, e gravamos o nosso próprio cd, que, de diferente, tem a capa e o timbre de algumas vozes, talvez alguns instrumentos, mas, no mais, não passam de cópias das cópias das cópias. E Jesus? Ah, quase nunca o mencionamos, e, quando o fazemos, não apresentamosqualquer noção do que Ele é ou representa para o nosso louvor. Não falamos mais que Ele é o caminho, a verdade e a vida, não o apresentamos como Senhor e Salvador, não informamos ao ouvinte o que se deve fazer para tê-lo no coração, apenas citamos seu nome ou dizemos uma aleluia para ele.
Hoje, entrar em uma igreja é como ter entrado em todas: é tudo igual. O mesmo sistema, as mesmas cantorias, a seqüência de eventos, os rituais emocionais, as pregações da prosperidade, de libertação de maldições ou de mega-sonhos 'de Deus' (como se Deus precisasse sonhar, como se fosse impotente ou dependente da vontade humana). Transformamos nossas igrejas em filiais de uma matriz que não sabemos nem onde fica, mas que se representa nas comunidades da moda. Não há mais corais, não há mais solistas, não há mais escolas dominicais fortes, não há mais denominações com características sólidas, não há mais nada. Tudo é a mesma coisa: uma hora e meia de 'louvor' meia hora de 'ofertas' e quinze minutos de 'pregação', ou meia hora de palavra profética e apostólica'. Que desgraça!
Hoje trouxemos os ídolos de volta aos templos: são castiçais, bandeiras de Israel, candelabros, reproduções de peças do tabernáculo do velho testamento bugigangas e quinquilharias que vendemos, similares aos escapulários católicos que tanto criticávamos. Hoje não nos atemos a uma cruz sem Cristo, simbólica apenas. Hoje temos anjinhos, Moisés abrindo o Mar Vermelho, Cristo no sermão da Montanha. O que nos falta ainda? Nossas bíblias, para serem boas, têm que ser do 'Pastor fulano', com dicas de moda, culinária, negócios e guia turístico. Hoje temos bíblias para mulheres, para homens, para crianças, para jovens, para velhos, só falta inventarmos a bíblia gay, a bíblia erótica, a bíblia do ladrão, a bíblia do desviado. Bíblias puras não prestam mais. E, mesmo tendo essas bíblias direcionadas, QUASE NINGUÉM ASLÊ! Trazemos rosas para consagrar, rosas murchas para abençoar e incenso em casa, sal grosso para purificar, arruda para encantar, folhas de oliveira de Israel e água do Rio Jordão (Tietê?) para abençoar, vara de Arão de Moisés, e sabe lá de quem mais!
Voltamos às origens idólatras! Parece o povo de Israel, que, ao morrer um rei justo, emporcalhavam o país com suas idolatrias e prostitutas cultuais. E se alguém ousa ser autêntico, é taxado de retrógrado. Com isso, surgem os terríveis fundamentalistas, que abominam tudo, ou os neopentecostais, que são capazes de transformar a igreja num circo, fazendo o povo rir sem parar ou gruir como animais.
Meu Deus, o que será daqui a alguns anos? Será que teremos que inventar um nome novo para ser evangélico à moda antiga? Parece que batista, assembleiano, presbiteriano, luterano ou metodista não define muita coisa mais! Será que ainda haverá púlpitos que prestem, pastores que pastoreiem, louvores que louvem a Deus? Será que seremos obrigados a usar 'piercins' para nos filiarmos a alguma igreja? Será que nossos cultos serão naturistas? Será que ainda haverá Deus em nosso sistema religioso?
É CLARO QUE HÁ EXCEÇÕES! E eu bendigo a Deus porque tenho lutado para ser uma dessas exceções. É claro que o meu querido leitor, pastor, louvador, membro de igreja, missionário, também tem buscado ser exceção. Mas eu não podia deixar de denunciar essa bagunça toda, esse frenesi maligno, esse fogo estranho no altar de Deus! Quando vejo colegas cuspindo no povo, para abençoá-los, quando ouço pastores dizendo ao Espírito Santo 'pega! pega! pega!', como se fosse um cachorrinho, quando vejo pastor arrancando miúdos de boi da barriga dos incautos doentes que a eles se submetem, quando vejo um evangelho podre arrastando milhões, quando vejo colegas cobrando dez mil reais, mais um hotel, ou metade da oferta da noite, para pregar o evangelho, então eu me humilho diante de Deus, e digo: 'Senhor, me proteja, não me deixa ser assim!'
Que Deus tenha piedade de nós!
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Quinta-feira, Junho 18, 2009
Pós-graduação - Uma exigência do mercado de trabalho!!!!

Uma exigência do mercado de trabalho
Hoje, somente por meio do aperfeiçoamento contínuo, é possível a permanência no mercado e conquista da ascensão profissional, pois ele se transforma em questão de horas. Antigamente, bastava apenas concluir o Ensino Médio para ter uma boa colocação no mercado de trabalho, porém com o avanço da tecnologia e a necessidade de mais conhecimento, o ambiente profissional passou a exigir o nível superior.
Atualmente ter o diploma de graduação é necessidade e não mais um diferencial. Sabemos que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. As empresas estão a procura de profissionais capacitados, eficientes e com habilidades empreendedoras, obrigando-os a ter um diferencial. Por exemplo, investir em um curso de pós-graduação. O ideal é, logo após o término da graduação, começar a se especializar. Muitas empresas já colocam como critério de contratação e de promoção dos funcionários a pós-graduação, algumas chegam até a financiar 100% o curso para seus funcionários, visando que os mesmos tragam maior crescimento à empresa com o conhecimento adquirido.
Na pós-graduação o aluno poderá aprofundar conhecimentos, usufruir da troca de experiências com outros profissionais, melhorar a sua condição de empregabilidade, cobrir lacunas deixadas pela graduação, seguir carreira como docente ou pesquisador, atualizar-se em face de novas técnicas e tendências, entre outros objetivos.
O Instituto Educacional Moriah, acompanhando o mercado de trabalho, tem como objetivo ofertar vários cursos de pós-graduação (Lato Sensu) de excelente qualidade nas áreas de Administração, Contábeis, Pedagogia e Psicologica. Os cursos na área de Pedagogia e Psicologia serão em parceria com a FACETEN (http://www.faceten.com.br/), nas áreas de Administração e Ciências Contábeis serão em parceria com a FACEL (http://www.facel.com.br/ ) Se você está concluindo ou já concluiu a graduação, nao perca tempo venha se matricular em um dos nossos cursos de pós-graduação.
Maiores informações poderão serem obtidas pelo e-mail: mailto:eudamara@brturbo.com.br ou pelo telefone (41)3383-3588 e (41) 3035.4848.
Profª Ms Euda Mara da Silva Ferreira
Diretora Pedagógica
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Lições do Salmo 139.23-24

Salmo 139. 23 -24 "Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.
Lições Básicas
1 – É um salmo de confronto; (19-22)
*Revela dois mundos: De Deus e inimigos de Deus
*Nos faz refletir sobre nossas escolhas;
*Nos adverte a agirmos segundo nossas escolhas;
*E revela o Senhorio de Deus;
2 – Revela um Deus que tudo sabe;
*Um Deus que nos acompanha diariamente. (2-3)
*Sabe das intenções mais profundas e veladas; (4)
*Nos encontra e qualquer lugar do cosmo; (8)
*Nos conhece desde o ventre; (16)
3 – Salmista faz um pedido profundamente corajoso
a. Sonda-me
1.Investigar,
2.Tatear!Tatear,
3.Explorar,
4.Reconhecer, por meio de sonda,
5.Sondar uma ferida,
6.Procurar conhecer,
7.inquirir cautelosamente:
8.Sondar as intenções de alguém;
9.Aplicar a sonda a si próprio;
10.Consultar-se; Interrogar a própria consciência.
b. Conhece
1.Desvendar o intimo,
2.segredos,
3.Ter perfeito conhecimento de si próprio, dos próprios méritos, do carácter!caráter próprio,
4.Distinguir,
5.Averiguar,
6.Saber quem (alguém) é.
c. Prova-me (por em teste)
1. Estabelecer a verdade de.
2. Indicar, dar provas de.
3. Submeter a prova.
4. Padecer.
5. Comer ou beber em pequena quantidade.
6. Experimentar (uma peça de vestuário) antes de o alfaiate a concluir, para que este lhe corrija os defeitos.
d. Guia-me
1. Servir de guia a, encaminhar.
2. Dirigir.
3. Conduzir.
4. Aconselhar.
5. Ir.
6. Levar.
7. Ser caminho (para alguma parte).
8. Dirigir-se, regular-se.
Porque Davi fez esta oração tão confrontadora?
*Porque não estava simplesmente na Proximidade com Deus;
*Porque não estava simplesmente na superficialidade com Deus;
*Porque ele estava no caminho da intimidade, rumo a profundidade – E quem é intimo procura agradar ao seu Senhor
Aprendo que
*Davi era pequeno diante dos homens mais grande diante de Deus;
*Davi era discriminado diante dos seus parentes para valorizado nos céus;
*Davi pecou diante dos homem, mas foi perdoado diante de Deus;
*Davi não foi perfeito aos olhos dos homens, mas segundo o coração de Deus;
Conclusão:
*Faça uma avaliação correta do Presente;
*Faça uma avaliação correta do passado;
*Faça uma avaliação Correto do Futuro
Ivan Tadeu
Quinta-feira, Maio 28, 2009
Talhas de Deus - II Reis 4.40

Texto: II Reis 4.40 / Jer 1.13
1. Havia fome na época e os filhos de profetas estavam com fome.
2. Alguém inexperiente foi fazer comida
3. Serviu sem experimentar
4. Muitos famintos se envenenaram
5. Mas havia um profeta:
a) Teve discernimentos
b) Fez uso da farinha
c) Extinguiu o veneno
d) Alimentou a todos
1º - É de barro, porém resistente (Possui estrutura)
I co 15.58 “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão”.
Ef 6.14 “Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça”.
Ezequiel 3:9 “Fiz a tua fronte como o diamante, mais dura do que a pederneira; não os temas, pois, nem te assustes com o seu rosto, porque são casa rebelde”.
II Co 11.9 “e, estando entre vós, ao passar privações, não me fiz pesado a ninguém; pois os irmãos, quando vieram da Macedônia, supriram o que me faltava; e, em tudo, me guardei e me guardarei de vos ser pesado”.
3º - Tem tampa (Protege o que é seu)
2 Timóteo 1:14 Guarda o bom depósito, mediante o Espírito Santo que habita em nós.
I Tm 4.14 “Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério”.
Apo. 3. 11 “Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa”.
4º - É aberta em cima – Para receber de cima
Jo 8. 23 E prosseguiu: Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima;
Col 3.1 “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus”.
Tg 1.17 “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá de cima, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança”.
Hb 12.29 “porque o nosso Deus é fogo consumidor”.
Zacarias 2:5 “Pois eu lhe serei, diz o SENHOR, um muro de fogo em redor e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória”.
Mt. 3.11 “Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo”.
6º - Só é útil quando cheia
Deus tem prazer em encher
Ex 40. 35 “Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do SENHOR enchia o tabernáculo”.
I Reis 8.11 “de tal sorte que os sacerdotes não puderam permanecer ali, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR.
Ez. 44.4 “Depois, o homem me levou pela porta do norte, diante da casa; olhei, e eis que a glória do SENHOR enchia a Casa do SENHOR; então, caí rosto em terra”.
Atos 2.4 “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem”.
Ordem imperativa
Ef 5.18 “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”.
Forte abraço
Ivan Tadeu

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