4 de junho de 2012
31 de maio de 2012
Pastor Wagner Gaby - Título de Cidadão Honorário de Curitiba
Nesta quarta-feira, dia 31/05/2012 o nosso Pastor Wagner Tadeu dos Santos Gaby, Presidente da Igreja Assembleia de Deus em Curitiba, recebeu o título de Cidadão Honorário de nossa cidade, numa sessão solene realizada na câmara municipal de Curitiba. Foi um evento muito significante, com a presença de diversas autoridades civis, e, vários pastores do campo que foram prestigiar o homenageado que faz jus a honraria recebida. Me sinto honrado de ter participado mais uma vez desse momento tão importante na vida do nosso querido Pastor.
29 de maio de 2012
Família Terapêutica - Artigo Mensageiro da Paz Ano 82 - Número 1.525 - Junho de 2012
O termo terapia é
normalmente usado no ambiente médico, porém, muitos autores incluíram o termo em
múltiplos contextos, inclusive o eclesiástico. A etimologia da palavra terapia
nos leva ao entendimento de um tratamento particular, algo benéfico, e o
contrário disso seria um efeito colateral, ou seja, que fuja do benéfico. Tendo
tal abertura, lançamos mão da oportunidade para refletir sobre uma Família
Terapêutica, entendendo que a família deve ser um ambiente gerador de cura, de
reabilitação e saudável, através de um convívio de amor e regado de felicidade.
Qualquer coisa diferente disso, não representa o papel original da família, e resulta
em prejuízos físicos, emocionais e espirituais, ou seja, efeitos colaterais.
Cabe a cada um de nós refletirmos se nossas famílias são ambientes terapêuticos
ou geradores de enfermidades. Vejamos alguns fundamentos de uma família
terapêutica:
Primeiro - não se rende
ao pecado –
aqueles que desejam alcançar a cura para vossas almas não podem permanecer na
prática do pecado. E uma família sadia, não consente, não se omite nem se
acovarda diante da possibilidade de santificar seus membros. Os bons pais não
são os permissivos, nem os liberais, são os que orientam seus filhos nos
princípios eternos da Palavra de Deus. Ainda que num primeiro momento enfrentem
certa resistência por parte de seus familiares, num futuro próximo serão
recompensados.
Segundo - é guiada pelo
Espírito Santo – todas
as ajudas sempre serão bem vindas, a fim de firmarmos os passos das famílias fragilizadas.
Todavia, uma indispensável intervenção será a do Espírito Santo. Nossa luta não
é contra carne ou sangue, mas contra principados e potestades. E é o Espírito
que nos assiste em nossas necessidades, intercede por nós e nos reveste de
autoridade para vencermos as batalhas contra o reino das trevas. Nós recebemos
o Espírito (Gl 3.2), nascemos do Espírito (Gl 4.29), andamos no Espírito (Gl
5.16), produzimos frutos do Espírito (Gl 5. 22,23), vivemos no Espírito (Gl
5.25). Famílias terapêuticas, são aquelas que seus membros são agentes
inspirados para realizar a cura, repelindo os espíritos de morte. O Espírito
Santo, faz das coisas complicadas, fáceis; das enrijecidas, flexíveis; dos
longos caminhos, curto; da frieza, o calor e da fraqueza, força.
Terceiro - trata com amabilidade
seu próximo - o apóstolo
ordena: “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós que sois
espirituais, corrigi-o com espírito de brandura”. Precisamos lidar com tato,
cuidado, amor e misericórdia para com os que foram marcados pelo pecado e
surpreendidos pela fraqueza. A brandura aplaca a ira. O amor supera o ódio. A
misericórdia revigora a alma abatida. Ao invés de expormos os ferimentos, temos
a missão de sará-los em amor. Sabendo que toda disciplina visa a restauração do
caído não sua destruição. Erroneamente, alguns obreiros usam a palavra
exortação como sinônimo de surra, castigo, etc, no entanto,a raiz da palavra
sugere algo como chamar ao canto e animar, levantar. Por isso que Deus diz em
sua Palavra que o Pai só corrigi aquele que ama, ou seja, anima, encoraja a
viver em santidade ao Senhor.
Quarto - não subestima o
poder da tentação – quem
está em pé, cuide para que não caia. Devemos cuidar para não cairmos nas mesmas
tentações e pecados que nos rodeia. A presunção e a arrogância são atitudes
perigosas e adoecem o coração. Temos a tendência de projetar nossas falhas nos
outros e acharmos que somos intocáveis. Uma família terapêutica, valoriza
cada membro, cada momento, cada dia em comunhão, sem nunca descuidar do perigo
eminente nos ronda ao derredor.
Quinta - sabe a
importância do cuidado – tudo
nesta vida carece de cuidados específicos. Desde os objetivos comuns, a
aparelhos eletrônicos, até o homem, necessitam de cuidado. Nos primeiros meses
de vida revelamos nossa total dependência do outro, e por mais que tentemos
ocultar esta realidade na fase adulta o dia-a-dia revela não nos deixa mentir. O
contexto conjugal não é diferente, como podemos ver na classificação abaixo:
Recém nascido – este período é assim definido pela
sua fragilidade, imaturidade, dependência, mas também, pelo encanto do novo, da
inocência, do brilho do romance e encanto pela descoberta da vida a dois.
Muitos infelizmente não sobrevivem aos embates, sucumbindo ao ciúme, a
cobranças descabidas, ao comportamento possessivo e conflito de papeis.
Adolescência – neste período o casal já desfruta de
certa vivência e experiência mutua, mas ainda mantém fortes características do
“recém nascido”. Difere no entanto, quando já procura certa autonomia, movido
por um espírito de desafio e curiosidade pelo novo. Incorre em vários erros
primários, pois deseja muitas coisas sem saber muito bem o quer. A insegurança
e a mudança continua de pensamento estão presentes, e na busca de ajuste, há
muito desgaste.
Juventude – quando chega nesta fase, o
relacionamento é mais sério, mais ponderado, e começam a pensar no futuro
distante, nas conquistas materiais, na realização de um filho. Ainda que as instabilidades
ainda existam, já estão sendo substituídas pelos relampejos da fase adulta.
Neste período se enxergamos muitas coisas, vários erros que levam a reavaliar a
situação e diante delas até pensam em desistir, mas o desejo forte que lhes impulsionam
insiste em afirmar que devem prosseguir.
Adulto – nesta fase, já existem os filhos,
dam maior atenção ao trabalho e as preocupações da vida, há uma tendência
natural de afastamento do casal diante das demandas da vida. Em muitos casos,
os sentimentos não são intensos como na fase “recém nascido” e “adolescência”,
todavia, é para ser mais solido, fundamentado e constante. É a fase que mais
constroem juntos, ajudam a outros da família e pensam no legado que deixaram a
seus filhos e netos.
Melhor idade – este é um período muito lindo do
casamento e da família. Mas se não for bem trabalhado pode revelar faces
sombrias. A experiência e as estatísticas revelam a “síndrome do ninho vazio”,
quando os filhos vão embora, a casa fica vazia e o casal não consegue mais se
aproximar como nas fases anteriores. Alguns, neste período optam pelo divorcio,
outros entram em conflitos emocionais e relacionais, mas há os que resgatam
tudo de bom das fases anteriores, aplicam no presente e injetam animo novo na
relação, desfrutando assim do restante dos dias de forma alegre e tranqüila dos
frutos de seus esforços.
A família deve ser a
coluna, o baluarte, o porto seguro de seus membros, o socorro presente, a porta
aberta de saída, o braço forte de abrigo, a fala mança de consolo e o refúgio
para a alma ferida e cansada. Como Igreja precisamos investir para que nossas
famílias não sejam descaracterizadas, fragilizadas ou subjugadas, como família,
fazer o mesmo.
23 de maio de 2012
A família na época pós-moderna
A pós-modernidade está firmada sobre o tripé: pluralização, privatização e secularização. A pluralização diz que há muitas ideias, muitos valores, muitas crenças. Não existe uma verdade absoluta, tudo é relativo. A privatização diz que nossas escolhas são soberanas e cada um tem sua própria verdade. A secularização, por sua vez, coloca Deus na lateral da vida e o reduz apenas aos recintos sagrados. A família está nesse fogo cruzado. Caminha nessa estrada juncada de perigos, ouvindo muitas vozes, tendo à sua frente muitas bifurcações morais. Que atitude tomar? Que escolhas fazer para não perder sua identidade? Quero sugerir algumas decisões:
Em primeiro lugar, coloque Deus acima das pessoas. No mundo temos Deus, pessoas e coisas. Vivemos numa sociedade que se esquece de Deus, ama as coisas e usa as pessoas. Devemos, porém, adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas. A família pós-moderna tem valorizado mais as coisas do que o relacionamento com Deus. Vivemos numa sociedade que valoriza mais o ter do que o ser. Uma sociedade que se prostra diante de Mamom e se esquece do Deus vivo.
Em segundo lugar, coloque seu cônjuge acima de seus filhos. O índice de divórcio cresce espantosamente no Brasil. Enquanto os véus das noivas ficam cada vez mais longos, os casamentos ficam cada vez mais curtos. Um dos grande erros que se comete é colocar os filhos acima do cônjuge. Muitos casais transferem o sentimento que devem dedicar ao cônjuge para os filhos e isso, fragiliza a relação conjugal e ainda afeta profundamente a vida emocional dos filhos. O maior presente que os pais podem dar aos filhos é amar seu cônjuge. Pais estruturados criam filhos saudáveis.
Em terceiro lugar, coloque seus filhos acima de seus amigos. Muitos pais vivem ocupados demais, correm demais e dedicam tempo demais aos amigos e quase nenhum tempo aos filhos. Alguns pais tentam compensar essa ausência com presentes. Mas, nossos filhos não precisam tanto de presentes, mas de presença. Nenhum sucesso profissional ou financeiro compensa o fracasso do relacionamento com os filhos. Nossos filhos são nosso maior tesouro. Eles são herança de Deus. Equivocam-se os pais que pensam que a melhor coisa que podem fazer pelos filhos é deixar-lhes uma rica herança financeira. Muitas vezes, as riquezas materiais têm sido motivo de contendas na hora da distribuição da herança. Nosso maior legado para os filhos é nosso exemplo, nossa amizade e nossa dedicação a eles, criando-os na disciplina e admoestação do Senhor.
Em quarto lugar, coloque os relacionamentos acima das coisas. Vivemos numa ciranda imensa, correndo atrás de coisas. Muitas pessoas acordam cedo e vão dormir tarde, comendo penosamente o pão de cada dia. Pensam que se tiverem mais coisas serão mais felizes. Sacrificam relacionamentos para granjearem coisas. Isso é uma grande tolice. Pessoas valem mais do que coisas. Relacionamentos são mais importantes do que riquezas materiais. É melhor ter uma casa pobre onde reina harmonia e paz do que viver num palacete onde predomina a intriga.
Em quinto lugar, coloque as coisas importantes acima das coisas urgentes. Há uma grande tensão entre o urgente e o importante. Nem tudo o que é urgente é importante. Não poucas vezes, sacrificamos no altar do urgente as coisas importantes. Nosso relacionamento com Deus, com a família e a com a igreja são coisas importantes. Relegar esses relacionamentos a um plano secundário para correr atrás de coisas passageiras é consumada tolice. A Bíblia nos ensina a buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, sabendo que as demais coisas nos serão acrescentadas. Precisamos investir em nosso relacionamento com Deus e em nossos relacionamentos familiares, a fim de não naufragarmos nesse mar profundo da pós-modernidade!
Fonte: Rev. Hernandes Dias Lopes
21 de maio de 2012
Marcha Para Jesus reúne milhares de evangélicos em Curitiba e no Rio





Milhares de evangélicos participaram neste sábado (19) da Marcha Para Jesus, que reuniu fiéis de diversas igrejas. O centro de Curitiba parou para a passagem dos fiéis embalados por 17 carros de som. Milhares de pessoas participaram da caminhada, organizada pelo Conselho de Pastores do estado do Paraná. Teve música, dança e muita oração. Os participantes se ajoelharam na rua para rezar. Criada na década de 1980 na Inglaterra, a Marcha Para Jesus já aconteceu em 170 países. Há 17 anos, esta grande demonstração de fé começou a ser realizada no Brasil. No Rio de Janeiro, a multidão ocupou toda a Avenida Rio Branco, no Centro, com mensagens de paz e esperança. “Marchar pelo que a gente acredita, e é isso que estou fazendo, colaborando um pouquinho com essa festa”, afirmou uma jovem. “A liberdade de expressão, a liberdade religiosa são cláusulas fundamentais da Constituição brasileira”, disse o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Sete trios elétricos com grupos de músicos e cantores animaram o público, com gente de todas as idades. Os jovens mostraram coreografias ensaiadas e muita alegria. A marcha é organizada pelo Conselho de Ministros Evangélicos do estado do Rio. Com promoção da Globo Rio, seguiu em direção ao palco montado na Cinelândia. Ao todo, 14 atrações se apresentaram no show de música gospel.17 de maio de 2012
14 de maio de 2012
11 de maio de 2012
8 de maio de 2012
4 de maio de 2012
Campanha do leite - Casa de Repouso Lar Sião
A Juventude da Umadc Sede, liderada pelo Departamento da Ação Social , está promovendo uma campanha de arrecadação de leite, prol Casa de Repouso Lar Sião. São várias idosas e idosos que recebem auxílio de uma equipe multidisciplinar como Enfermeiras, Médicos, Pastores, etc. A Casa de Repouso Lar Sião é mantida pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba, mas diante da demanda, sempre precisa de ajuda. E a juventude da Umadc Sede está se mobilizando para cumprir as escrituras, levando ajuda ao próximo.
Doações com Camila Ferreira de Souza, Gabrielle Ramos e Aislaine Poplade
Doações com Camila Ferreira de Souza, Gabrielle Ramos e Aislaine Poplade
2 de maio de 2012
25 de abril de 2012
24 de abril de 2012
6º Seminário de Líderes Jovens da UMADC
A UMADC GERAL, na coordenação do Ev. Rubens Ferreira e pelo Departamento de Ensino pelo Pb. Henrique Pesch, realizaram o 6º Seminário de Líderes Jovens da União da Mocidade da Assembleia de Deus em Curitiba. Nesta feita foi oficialmente lançado o Manual para Líderes de Jovens. Contando com o apoio de vários obreiros do Ministério da AD Curitiba na elaboração do conteúdo, a UMADC escreve história e deixa seu legado para a gerações futuras. Se você deseja ter acesso a este material, acesse - www.umadcgeral.com.br ou ligue (41) 3259-4300 e converse com a secretaria, solicitando este material para sua juventude. Veja algumas fotos:
23 de abril de 2012
Número de católicos cai no Brasil
O número de católicos continua caindo no
Brasil, país que com mais fiéis desta religião no mundo, e onde
a porcentagem da população que se declara desta doutrina caiu de 73,79% em 2003
para 68,43% em 2009, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira (23).
Apesar do catolicismo ainda ser a religião majoritária no país, a porcentagem
medida em 2009 foi a menor desde 1872, quando uma pesquisa similar mostrou que
99,72% da população brasileira era católica, segundo o estudo "Mapa das
Religiões no Brasil", divulgado nesta terça-feira pela Fundação Getúlio
Vargas.
A redução do número de católicos no Brasil se acentuou nos últimos 30 anos,
enquanto 88,96% dos brasileiros se declarou católico em 1980, essa porcentagem
caiu para 83,34% em 1991 e para 73,89% em 2000.
Segundo a Fundação Getúlio Vargas, que baseou seu estudo em enquetes com
cerca de 200 mil pessoas, a fuga foi maior entre os jovens entre 15 e 19 anos,
quando 67,5% se declarou católico em 2009, contra 75,2% em 2003 (perda de 7,7
pontos percentuais).
Precisamente no estado do Rio de Janeiro, segundo o estudo da Fundação, a
porcentagem de católicos caiu menos da metade da população (49,83%) e as pessoas
que se declaram sem religião subiu para 15,95%.
Segundo a Fundação Getúlio Vargas, a redução da porcentagem de católicos no
Brasil coincidiu com o aumento da porcentagem de brasileiros que se declaram
ateus, que subiu de 5,13% em 2003 até 6,72% em 2009.
Até o ano 2000, a redução dos católicos no país era atribuída diretamente ao
crescimento dos grupos evangélicos no país, mas estes não registraram um
crescimento de fiéis nos últimos seis anos tão elevado como o que registravam
anteriormente.
De acordo com o estudo, a porcentagem de brasileiros que diz ser fiel às
igrejas evangélicas tradicionais e aos novos grupos evangélicos subiu de 17,88%
em 2003 até 20,23% em 2009.
Os seguidores do espiritismo se mantiveram praticamente estáveis (de 1,5% em
2003 para 1,75% em 2009), assim como os praticantes das religiões
afro-brasileiras (de 0,23% para 0,35%) e das Igrejas Orientais ou asiáticas (de
0,30% para 0,31%).
Fonte: Gazeta do Povo
19 de abril de 2012
18 de abril de 2012
Programa "Encontro com Deus" - Tema: Depressão!
Prezados
irmãos e amigos, novamente estive no estúdio de TV da AD Curitiba, para uma
participação no Programa “Encontro com
Deus”, que irá no ar no dia 21/04 as 9:30h, na Rede Band no Estado do Paraná. Nesta feita
o tema foi "Depressão". Tivemos a presença do Professor Neir Moreira (Teólogo e Psicólogo) abordando aspectos científicos e o Professor Ivan Tadeu (Teólogo e Diretor da Faculdade Cristã de Curitiba) com aspectos Bíblicos Teológicos. Convidamos a todos para assistirem e divulgarem o programa da AD Curitiba.
Pr. Eliel Gaby e Pr. Rogério Cardoso - Apresentandores
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